No dia 19 de janeiro, um sábado, uma mulher foi encontrada caída, com vários hematomas, aparentemente de espancamento, na Rua Coronel Ponciano, perto do Estádio Frédis Saldivar, o Douradão, e levada à UPA (Unidade de Pronto Atendimento). Porém, devido à gravidade dos ferimentos, foi transferida ao Hospital da Vida. No domingo à noite, dia 20, ela não resistiu e acabou morrendo.

Depois que ela foi levada ao IML (Instituto Médico Legal) apareceu uma indígena e disse que o corpo da mulher era da irmã dela, a Rosicleia Liandres. Logo em seguida, a equipe da Funai (Fundação Nacional do Índio) foi acionada e ajudou na liberação do corpo.

Porém, no dia do velório, que só aconteceu ontem (28), a mulher, que até então era dada como morta, ligou para a irmã e disse que não era ela no caixão, que ela estava viva.

Questionada pela irmã, que ficou chocada com a ligação, a mulher, a Rosicleia Liandres, explicou que estava trabalhando em uma fazenda.

Depois do transtorno, o corpo da mulher que estava no caixão foi levado novamente ao IML. No Instituto, ela foi identificada como Cristina de Oliveira, também moradora da aldeia Bororó.