A Polícia Civil de Minas Gerais confirmou nesta segunda-feira (13) que mais um lote da cerveja Belorizontina, produzida pela Backer, também estaria contaminado por substâncias tóxicas. Além da presença do dietilenoglicol, esse terceiro lote, também teria sido contaminado por monoetilenoglicol.

A Polícia Civil confirmou que a perícia encontrou monoetilenoglicol e dietilenoglicol em elementos da produção da cerveja, em pontos de venda da bebida e também em garrafas (lacradas) que estavam em posse de consumidores.

Até agora, ao menos dez pessoas já teriam apresentados os sintomas da chamada síndrome nefroneural (insuficiência renal grave e alterações neurológicas). Exames laboratoriais de três pacientes confirmam a presença de dietilenoglicol na corrente sanguínea dessas pessoas. De acordo com a Polícia Civil, é possível que outros 10 casos investigados também passem a fazer parte do inquérito.

*Com informações do Estado de Minas