Onda de calor: países europeus estimam mais de 1.000 mortes

Além da desidratação e calor extremo, as altas temperaturas também têm impactado o meio ambiente, potencializando as queimadas florestais.

Foram registradas mais de de 1.000 mortes na última semana, no período de 10 a 16 de julho, por conta da onda de calor que atinge a Europa. Além da desidratação e calor extremo, as altas temperaturas também têm impactado o meio ambiente, potencializando as queimadas florestais na região.

Na Espanha, as autoridades estimam 510 vítimas de 10 a 15 de julho, até as 11h desta segunda-feira (18), de acordo com o sistema MoMo do Instituto de Saúde Carlos 3º. Segundo o órgão, os índices do sistema MoMo não refletem as mortes reais, mas sim estimativas considerando os dados históricos de mortalidade no país.

“O sistema MoMo #ISCIII faz estimativas estatísticas do excesso de mortalidade para um determinado dia comparando séries históricas. Calcular e inferir valores relacionados a todas as causas e atribuíveis à temperatura, não números exatos de mortes”, diz o texto.

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No país, que registrou temperaturas de até 46ºC, mais de 3.000 pessoas foram tiradas de casa por conta das chamas perto da cidade de Mijas.

Em Portugal, de 7 a 13 de julho de 2022, observou-se excesso de mortalidade correspondente a 238 óbitos. De acordo com o painel de Vigilância da mortalidade do Direção-Geral de Saúde, até as 11h desta segunda-feira, o país registrou 523 mortes em excesso nos últimos 7 dias.

As autoridades portuguesas decretaram estado de contingência para combater as queimadas no território. O país declarou situação de alerta até terça-feira (19) por causa do alto risco de incêndios rurais.

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